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Longitudinal

Estado actual #12

Novembro 29, 2009

 

Frio na rua, o céu a pingar, e nós aqui, confortáveis e aconchegados dentro de casa. Tudo bem. Se estes pensamentos vulgares existem é porque têm alguma coisa de verdadeiro. Mas este chavão não vale nada se não acrescentarmos logo a seguir: «e empanturrado de castanhas cozidas».

 

A Agência Lusa abriu a Caixa de Pandora

Novembro 26, 2009

 

O portal Sapo e a Agência de Notícias Lusa vão disponibilizar o arquivo fotográfico da agência noticiosa portuguesa de forma gratuita em http://fotos.sapo.pt/lusa.

 

 

 

Serenella Andrade, Rosa Lobato Faria, Ondina Veloso (Dina) e Rita Guerra (mascarada de prostituta de Saigão), no Festival da Canção de 1992 [Foto de António Cotrim]

 

 

Marina Mota no Festival da Canção de 1991 [Foto de Manuel Moura]

 

 

Toy no Festival da Canção de 1991 [Foto de Manuel Moura]

 

 

Marina Mota (sim, de novo) no Festival da Canção de 1989 [Foto de Acácio Franco]

 

(Abençoados)

Afinal ainda há românticos

Novembro 26, 2009

 

De início até pode causar alguns risos, esta história de um vietnamita que desenterrou o cadáver da mulher e dormiu ao lado dela durante cinco anos. Mas isto é o chavão do «não te consigo esquecer» levado ao extremo. Há aqui qualquer coisa de belo, por detrás do patológico. Ele disse: «Sou uma pessoa que faz as coisas de maneira diferente. Não sou como as pessoas normais.» Alguém lhe devia cantar isto:

 

«Deixa ser
Pelo coração
Se é loucura então
Melhor nem ter razão...»

(antes o Caetano que o Lulu)

Picoas - Estefânia (pelas 19h30)

Novembro 25, 2009

 

De mochila às costas, e com o Leonard Cohen a resmungar-me aos ouvidos (os fones são novos) sobre as fraquezas viciosas dos homens, enquanto espero numas arcadas que a chuva se acalme. À minha frente uma fila de carros que, na verdade, eram para mim  mais luzes do que carros. As lentes dos óculos estavam cheias de pingos da chuva que não tinha conseguido evitar e não me apetecia arrancar as mãos dos bolsos para as limpar. Eram luzes, portanto. E a uns centímetros do meu nariz caíam pingos mais grossos, que (julgo eu) deslizavam de uma goteira até à calçada. Gostava que alguém me tivesse tirado uma fotografia naquela altura. Comigo a olhar para o fundo da rua Actor Taborda e a reparar de novo que a chuva ao longe cai em câmara lenta. Ninguém tirou. «I told you when i came, I was a stranger», disse ele.

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